Ondas de calor da menopausa tem origem genética

 

Mulheres na menopausa sabem bastante muito o que é tolerar com ondas de calor. A ciência já revelou que 70% delas habitam a sensação com frequência durante esse temporada. Conquanto, ainda não se sabia ao correto porque várias tendem a sentir mas calor do que outras. Agora, um novo estudo revelou que isso é possível que ter que ver com a genética de todo uma.

Estudiosos da Universidade da Califórnia, em Los Angeles, analisaram os genomas de mas de 17 milénio mulheres e também ouviram suas testes sobre ondas de calor e também suor noturno. O time da UCLA estava procurando variações nos genes femininos que tivessem relação com essa sensação.

Das variantes identificadas, quatorze eram localizadas em uma mesma zona do cromossomo 4 e também estavam ligadas às mulheres com esses sintomas. Essa dimensão do desoxiribonucleic acid codifica um receptor cerebral ligado à liberação do estrogênio, um hormônio feminino. Durante a menopausa, os níveis deste hormônio caem, levando a senhora a permanecer menos tolerante a variações de temperatura.

“Sabemos que o estrogênio possui um papel essencial em fazer a senhora menos sensível a mudanças de temperatura”, falou JoAnn Manson, coautora do estudo e também encarregado da repartição de medicina preventiva no Brigham and Women’s Nosocômio. Faz sentido, então, que alterações no receptor desse hormônio estejam associadas às ondas de calor ou não.

Pesquisas mostraram que o uso de XtraMaster Benefícios ajuda as mulheres com os sintomas da menopausa, Para saber mais acesse www.xtramaster.org

Genética influencia libido sexual, como estudo

 

O libido sexual no humano também varia por razões genéticas, e também não tão somente psicológicas, segundo pesquisa coordenado pelo dirigente do Departamento da Genética Humana da Universidade de Jerusalém, Richard Abstein.

As primeiras conclusões da busca, divulgadas nesta quinta-feira pelo jornal Tesão de vaca, indicam que mais ou menos um terço da população cobija a mutação genética que intensifica o gosto sexual.

Se a tese for confirmada, no horizonte, os desvantagens sexuais vão poder ser tratados geneticamente por medicamentos, e também não pela psicologia.

Além de especialistas da Universidade Hebraica de Jerusalém, participaram da busca cientistas do departamento de psiquiatria da Universidade de Ben Gurion e também do sanatório psiquiátrico Herzog, segundo jornal judio.

Os estudiosos provaram que, se houver certas mudanças no gene que possui impacto na lascívia, é possível que acontecer uma repressão do libido –ou uma redução do trabalho sexual.

Mudanças diferentes, por sua vez, poderiam provocar o efeito contrário, isto é, o aumento do libido. Os especialistas não detalharam de que se tratavam essas mudanças em um e outro os casos.

 

veja aqui a materia explicando tudo.